quinta-feira, 14 de março de 2019

A política imita a língua portuguesa.


Enquanto o candidato da situação é ponto de interrogação, um sujeito indeterminado, observa-se que a oposição já tem um substantivo próprio, concreto para concorrer.


Na cidade se ver um aumentativo na curiosidade do povo. Quem será o futuro prefeito? Passado e presente estão entre os cogitados.

 E na parte dos vereadores? Há nomes interessantes, como alguns da locução, mas que seja uma locução adjetiva, com boas qualidades, dignas de ponto de exclamação positivo. Quem sabe haverá um encontro vocálico.

 Vamos colocar os pingos nos ís. Já chega de fazer do povo um objeto indireto, que só tem acesso ao político em tempo de eleição. Nossa política tem de ser uma história com mais coerência, com um bom enredo.

 Não vamos optar apenas pelo discurso direto. É mais que imperativo analisar a todos e não ir logo de cara a favor da primeira pessoa, uma vez que haverá novas opções. Ou não? Os que querem artigos de luxo em troca do voto nunca poderão reclamar depois.

Por isso vote consciente. Temos de colocar ponto final nas intrigas e pensar na nossa cidade. Aqueles que se dizem amigos, mas o são entre aspas, não merecem votos. Se a honestidade está em grau diminutivo, busque alguém sábio e íntegro, que tenha voz ativa, e não aqueles que mostram uma oração subordinada.

Precisamos de uma análise radical, conjugar as esperanças, para que não o nosso pretérito, mas sim nosso futuro seja mais que perfeito.

(Elygardel pensador)

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